Esta semana está ocorrendo o IV Encontro Científico dos Pós-Graduandos do IMECC, com palestras plenárias e apresentação de trabalhos dos alunos (da UNICAMP e da USP, principalmente).
É realmente uma experiência fantástica entrar em contato com o trabalho dos colegas, pois, apesar do convívio diário, dificilmente as conversas convergem para este assunto. Isto sem contar as palestras ministradas por pesquisadores experientes que sempre são interessantíssimas.
Eu também apresentei o meu trabalho, espero que todos tenham gostado. ;-)
Parabéns para a APG do IMECC pela organização do evento. Que ele tenha muitas edições futuras!
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Final Fantasy.
Vocês já perceberam que, desde o Final Fantasy VI, todos os protagonistas de FF são isomorfos (iso=igual, morfo=forma)?
Basta comparar Cloud, Squall, Tidus, Vaan e o protagonista do FFXIII cujo nome não sei para ver. Diga-se de passagem, o do VI era diferente pois era mulher! Além disso, quem jogou o remake do IV para DS viu que a única diferença do Cecil para os protagonistas acima é o cabelo.
Pessoal da Square-Enix, por favor se esforcem mais!
Realmente, não sei qual a utilidade deste post. :-P
Basta comparar Cloud, Squall, Tidus, Vaan e o protagonista do FFXIII cujo nome não sei para ver. Diga-se de passagem, o do VI era diferente pois era mulher! Além disso, quem jogou o remake do IV para DS viu que a única diferença do Cecil para os protagonistas acima é o cabelo.
Pessoal da Square-Enix, por favor se esforcem mais!
Realmente, não sei qual a utilidade deste post. :-P
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Hum... Curioso...
Ok, aconteceu uma coisa estranha com o último post. Mais pessoas comentaram a respeito da brincadeira que fiz sobre os grupos de Lie (duas!) do que sobre a série Cosmos, que acabou sendo o tema do post.
Ah, e o pdf com a tal caracterização vai ao ar nos próximos dias.
Ah, e o pdf com a tal caracterização vai ao ar nos próximos dias.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Faz tempo...
Faz um tempão que não coloco nada aqui no blog. Afinal, quem quer saber que eu consegui uma caracterização de todos os grupos de Lie conexos que admitem métrica riemanniana bi-invariante? Ou que eu finalmente entendi que raios é uma matriz de Cartan e um diagrama de Dynkin?
Pensando bem, talvez tenha algo legal para contar aos meus fiéis leitores (porque, se ainda acessa o blog depois de tanto tempo sem nada postado, é fiel mesmo!): assisti ao Cosmos, do Carl Sagan. Uma palavra: maravilhoso!
Para quem não sabe, esta foi uma série de TV que foi ao ar no começo da década de 80, escrita e apresentada pelo Carl Sagan. Também foi um dos primeiros trabalhos cinematográficos a utilizar computação gráfica para fazer efeitos especiais, e que popularizou o trabalho musical do Vangelis (Chariots of Fire veio depois). Além disso, ao mesmo tempo que a série passava na TV, Sagan publicou um livro homônimo para desenvolver alguns dos seus temas, e que se tornou o livro de divulgação científica mais vendido até hoje.
Talvez muitas pessoas que assitam a este seriado atualmente achem ele chato, lento. É importante lembrar que as pessoas na época eram diferentes: elas tinham mais capacidade de concentração e não eram bombardeadas constantemente com toneladas de informação. Uma vez que o espectador se acostuma com o ritmo do show, ele se torna um passeio delicioso.
A série é sobre Ciência na sua essência mais pura: a compreensão dos fenômenos do universo, o desenvolvimento de teorias que os descrevam e a análise delas em vista da experimentação. Não há espaço para pseudo-ciências, como astrologia, especulações envolvendo passagens bíblicas e coisas do tipo. Mesmo algo como a Teoria das Cordas, que é um dos trabalhos de ficção científica mais próximos de se tornar ciência legítima, nem ao menos é mencionada. Do resto, por outro lado, é um prato cheio: Sagan fala desde astronomia até genética, passando pela Teoria da Relatividade e História da Ciência.
Em suma, uma fonte rica para quem tem sede de conhecimento de verdade!
Pensando bem, talvez tenha algo legal para contar aos meus fiéis leitores (porque, se ainda acessa o blog depois de tanto tempo sem nada postado, é fiel mesmo!): assisti ao Cosmos, do Carl Sagan. Uma palavra: maravilhoso!
Para quem não sabe, esta foi uma série de TV que foi ao ar no começo da década de 80, escrita e apresentada pelo Carl Sagan. Também foi um dos primeiros trabalhos cinematográficos a utilizar computação gráfica para fazer efeitos especiais, e que popularizou o trabalho musical do Vangelis (Chariots of Fire veio depois). Além disso, ao mesmo tempo que a série passava na TV, Sagan publicou um livro homônimo para desenvolver alguns dos seus temas, e que se tornou o livro de divulgação científica mais vendido até hoje.
Talvez muitas pessoas que assitam a este seriado atualmente achem ele chato, lento. É importante lembrar que as pessoas na época eram diferentes: elas tinham mais capacidade de concentração e não eram bombardeadas constantemente com toneladas de informação. Uma vez que o espectador se acostuma com o ritmo do show, ele se torna um passeio delicioso.
A série é sobre Ciência na sua essência mais pura: a compreensão dos fenômenos do universo, o desenvolvimento de teorias que os descrevam e a análise delas em vista da experimentação. Não há espaço para pseudo-ciências, como astrologia, especulações envolvendo passagens bíblicas e coisas do tipo. Mesmo algo como a Teoria das Cordas, que é um dos trabalhos de ficção científica mais próximos de se tornar ciência legítima, nem ao menos é mencionada. Do resto, por outro lado, é um prato cheio: Sagan fala desde astronomia até genética, passando pela Teoria da Relatividade e História da Ciência.
Em suma, uma fonte rica para quem tem sede de conhecimento de verdade!
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Geometria.
Geometria Diferencial é o estudo das propriedades invariantes por mudança de notação.
Anônimo.
Eita frasezinha irritantemente próxima da verdade...
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Coisas boas da vida, vol. 1.
Dormir numa cama com lençóis recém-lavados e com o travesseiro geladinho... Numa noite de frio, é claro! :P
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Livros: Tradução Vs. Original.
Quem me conhece sabe do meu desgosto pelas traduções. O livros do Neil Gaiman perdem a magia, os do Terry Pratchett as piadas, e assim vai. Claro que há um tanto de preciosismo nesta opinião, mas o principal para me fazer pensar assim é... dinheiro, é claro!
Vou dar alguns exemplos (comparação de preços feita no site da Livraria Cultura):
(1) O Senhor dos Anéis: a versão traduzida em português, publicada no Brasil pela Martins Fontes Editora, não sai por menos de R$ 110,00 (volume único - os três tomos separados vai para, pelo menos, R$ 150,00), já o original em inglês custa cerca de R$ 70,00 (também volume único - os volumes separados saem por R$ 100,00).
(2) Terry Pratchett: cerca de R$ 34,00 cada livro traduzido em português, publicados no Brasil pela Conrad Editora, e cerca de R$ 20,00 cada livro original.
(3) O Médico e o Monstro: na verdade, o nome original é Estranho Caso de Dr. Jekyll e Sr. Hyde. A tradução custa R$ 25,00, e o original custa R$ 7,00.
(4) Larry Niven: só tem traduzido para português de Portugal, e apenas uns dois ou três livros. Para quê, então, colocar na lista um autor que não possui livros publicados no Brasil? Bem, Larry Niven é um dos maiores escritores de ficção científica que já viveram...
Bem, posso ficar o dia todo colocando ítens nesta lista, mas já deu para pegar a idéia, né?
Claro que ler livros no original tem muitas limitações, pois, afinal, a maior parte das pessoas domina uns dois ou três idiomas no máximo (eu inclusive!). Por exemplo, eu gosto muito dos livros do Witcher, que é um personagem criado por um escritor polonês, mas eu não compreendo uma palavra em polonês (e nem tenciono nesta vida).
Uma reclamação que freqüentemente escuto é que nem todo mundo compreende inglês (ou qualquer outra língua de sua escolha). Sim, isto é fato, e não precisa ser um gênio para constatá-lo. Mas, como diz o prof. Licio Hernanes Bezerra, inglês é a língua do Império...
Vou dar alguns exemplos (comparação de preços feita no site da Livraria Cultura):
(1) O Senhor dos Anéis: a versão traduzida em português, publicada no Brasil pela Martins Fontes Editora, não sai por menos de R$ 110,00 (volume único - os três tomos separados vai para, pelo menos, R$ 150,00), já o original em inglês custa cerca de R$ 70,00 (também volume único - os volumes separados saem por R$ 100,00).
(2) Terry Pratchett: cerca de R$ 34,00 cada livro traduzido em português, publicados no Brasil pela Conrad Editora, e cerca de R$ 20,00 cada livro original.
(3) O Médico e o Monstro: na verdade, o nome original é Estranho Caso de Dr. Jekyll e Sr. Hyde. A tradução custa R$ 25,00, e o original custa R$ 7,00.
(4) Larry Niven: só tem traduzido para português de Portugal, e apenas uns dois ou três livros. Para quê, então, colocar na lista um autor que não possui livros publicados no Brasil? Bem, Larry Niven é um dos maiores escritores de ficção científica que já viveram...
Bem, posso ficar o dia todo colocando ítens nesta lista, mas já deu para pegar a idéia, né?
Claro que ler livros no original tem muitas limitações, pois, afinal, a maior parte das pessoas domina uns dois ou três idiomas no máximo (eu inclusive!). Por exemplo, eu gosto muito dos livros do Witcher, que é um personagem criado por um escritor polonês, mas eu não compreendo uma palavra em polonês (e nem tenciono nesta vida).
Uma reclamação que freqüentemente escuto é que nem todo mundo compreende inglês (ou qualquer outra língua de sua escolha). Sim, isto é fato, e não precisa ser um gênio para constatá-lo. Mas, como diz o prof. Licio Hernanes Bezerra, inglês é a língua do Império...
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